"I am confident, but
I still have my moments.
Baby, that's just me..."
I still have my moments.
Baby, that's just me..."
-> La La Land - Demi Lovato
"Eu vou continuar acalme-se..."
"Sim, mas não faz esse suspense todo, você conseguiu me enrolar por dois dias já... Esqueceu?"
"Okay, okay..."
Lee, estava mais calmo para poder continuar a contar sua história para Amy. Dois dias se passaram desde a última vez em que tocaram no assunto, e, de certa forma, Lee estava começando a se sentir melhor falando sobre o que tinha acontecido com ele. Nada disso tinha sido revelado antes para ninguém, nem mesmo seu melhor amigo Ryan, não sabia sobre o que tinha acontecido com o garoto antes, e não se atrevia a perguntar porque ao tocar no assunto, Lee sentia-se mal. Aquilo estava mudando agora... Lee estava mudando agora...
"Onde parei? Ah, sim. Ele me forçava a trabalhar, assim como fazia com meu irmão, e o pior é que ele não usava o dinheiro em casa, ele simplesmente o levava, e nós continuávamos na miséria. Minha mãe sofria muito, e acabava se esquecendo dos filhos. Yun cuidava de mim sempre, mas ele estava no auge da idade, como ele era mais velho, ele sempre conseguia esconder algum dinheiro para poder sair depois, ou simplesmente comprar algo para comermos."
"Você brigava muito com seu irmão? Perguntou Amy, imaginando como poderia ser possível dois irmãos terem sido tão bons um com o outro.
"Isso pode parecer estranho, mas só briguei com meu irmão uma vez na minha vida... E até hoje isso dói em mim, mas depois te falo. Continuando, quando completei dez anos, enquanto voltava para casa, meu padrasto estava bêbado e tentou me... violentar no meio da rua..."
"O quê????" Amy, praticamente gritou...
Rapidamente Lee inclinou-se na cama do hotel por cima da namorada tapando sua boca e dizendo: "Psiu! Imagina se o Ryan ou a Cassie ouvem isso. Eu disse que contaria para você e vou contar somente pra você!"
Com a mão de Lee ainda em sua boca, ela acenou com sua cabeça mostrando que tinha entendido o pedido do namorado. Ela podia ler seus olhos, ver a cena. Um garoto de apenas dez anos sendo perseguido por um homem muito mais velho...
"O.K., eu fugi e pedi a ajuda de Yun. Ele me defendeu e provavelmente bateria em nosso padrasto se ele tentasse qualquer coisa contra mim. Enfim, vários anos se passaram e a rotina de brigas continuava como sempre. Yun começou a fugir e a passar vários dias nas casas de seus amigos. Isso preocupava a mamãe de tal forma que, ás vezes, ele ia procurá-lo no horário que chegava do trabalho... Ás onze horas da noite. E muitas das vezes, ela concordava com Yun e o deixava dormir na casa de seu amigo. Ela entendia que ele estava sofrendo e não podia deixar ele perder a última coisa que ainda possuía, sua liberdade.
Quando Yun fez dezoito anos, na noite de seu aniversário, ele me chamou para a sala mais isolada da casa, trancou a porta e sentou perto de mim segurando minha mão. Eu olhava para ele assustado, ele tinha lágrimas nos olhos, eu perguntava o que estava acontecendo, mas ele não me respondia nada, apenas olhava nos meus olhos e chorava. Foi quando ele me disse aquilo... Eu olhava para ele e, não sabia o que dizer. Eu olhava aquele muro de lágrimas erguendo-se na frente dos meus olhos, embaçando-me a visão, mas não me preocupava com aquilo. Nossa mãe já estava adoecendo, e mesmo assim, Yun tomou aquela difícil decisão. Ele sairia de casa naquela noite..."
*Continua....
"Eu vou continuar acalme-se..."
"Sim, mas não faz esse suspense todo, você conseguiu me enrolar por dois dias já... Esqueceu?"
"Okay, okay..."
Lee, estava mais calmo para poder continuar a contar sua história para Amy. Dois dias se passaram desde a última vez em que tocaram no assunto, e, de certa forma, Lee estava começando a se sentir melhor falando sobre o que tinha acontecido com ele. Nada disso tinha sido revelado antes para ninguém, nem mesmo seu melhor amigo Ryan, não sabia sobre o que tinha acontecido com o garoto antes, e não se atrevia a perguntar porque ao tocar no assunto, Lee sentia-se mal. Aquilo estava mudando agora... Lee estava mudando agora...
"Onde parei? Ah, sim. Ele me forçava a trabalhar, assim como fazia com meu irmão, e o pior é que ele não usava o dinheiro em casa, ele simplesmente o levava, e nós continuávamos na miséria. Minha mãe sofria muito, e acabava se esquecendo dos filhos. Yun cuidava de mim sempre, mas ele estava no auge da idade, como ele era mais velho, ele sempre conseguia esconder algum dinheiro para poder sair depois, ou simplesmente comprar algo para comermos."
"Você brigava muito com seu irmão? Perguntou Amy, imaginando como poderia ser possível dois irmãos terem sido tão bons um com o outro.
"Isso pode parecer estranho, mas só briguei com meu irmão uma vez na minha vida... E até hoje isso dói em mim, mas depois te falo. Continuando, quando completei dez anos, enquanto voltava para casa, meu padrasto estava bêbado e tentou me... violentar no meio da rua..."
"O quê????" Amy, praticamente gritou...
Rapidamente Lee inclinou-se na cama do hotel por cima da namorada tapando sua boca e dizendo: "Psiu! Imagina se o Ryan ou a Cassie ouvem isso. Eu disse que contaria para você e vou contar somente pra você!"
Com a mão de Lee ainda em sua boca, ela acenou com sua cabeça mostrando que tinha entendido o pedido do namorado. Ela podia ler seus olhos, ver a cena. Um garoto de apenas dez anos sendo perseguido por um homem muito mais velho...
"O.K., eu fugi e pedi a ajuda de Yun. Ele me defendeu e provavelmente bateria em nosso padrasto se ele tentasse qualquer coisa contra mim. Enfim, vários anos se passaram e a rotina de brigas continuava como sempre. Yun começou a fugir e a passar vários dias nas casas de seus amigos. Isso preocupava a mamãe de tal forma que, ás vezes, ele ia procurá-lo no horário que chegava do trabalho... Ás onze horas da noite. E muitas das vezes, ela concordava com Yun e o deixava dormir na casa de seu amigo. Ela entendia que ele estava sofrendo e não podia deixar ele perder a última coisa que ainda possuía, sua liberdade.
Quando Yun fez dezoito anos, na noite de seu aniversário, ele me chamou para a sala mais isolada da casa, trancou a porta e sentou perto de mim segurando minha mão. Eu olhava para ele assustado, ele tinha lágrimas nos olhos, eu perguntava o que estava acontecendo, mas ele não me respondia nada, apenas olhava nos meus olhos e chorava. Foi quando ele me disse aquilo... Eu olhava para ele e, não sabia o que dizer. Eu olhava aquele muro de lágrimas erguendo-se na frente dos meus olhos, embaçando-me a visão, mas não me preocupava com aquilo. Nossa mãe já estava adoecendo, e mesmo assim, Yun tomou aquela difícil decisão. Ele sairia de casa naquela noite..."
*Continua....



Quanto mais eu leio, mais eu me impressiono com a narrativa. Você conseguiu me tocar com a história o Lee.
ResponderExcluirPosso afirmar com todas as palavras que você ganhou uima leitora que nunca vai perder.